
Equipes do Núcleo de Segurança Pública e Proteção Escolar (NUSPE), do programa Escola Segura da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), realizaram no sábado, 16, a operação com o tema “Combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes, em alusão ao "Maio Laranja" nas escolas da rede pública estadual.
A atividade trouxe como tema principal o combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. Ao todo, a ação contou com 12 viaturas de supervisão, além de 96 escolas com policiamento fixo e 226 policiais militares envolvidos.
Em Santarém, na região do Baixo Amazonas, a operação foi realizada na Escola Estadual São Francisco e Rio Tapajós, contemplando 225 estudantes da rede que receberam orientações sobre o combate ao abuso, importunação e exploração sexual de adolescentes.
O município de Parauapebas também recebeu o NUSPE na Escola Estadual Marluce Massariol. Em Belém, alunos da Escola Estadual Camilo Salgado, Antônio Paes da Silva e Jorge Lopes Raposo, em Icoaraci e Joaquim Viana, em Ananindeua, na Região Metropolitana, levaram palestras e conteúdos voltadas para a temática como forma de orientar e conscientizar.
Do mesmo modo, na região nordeste do Pará, em Abaetetuba, o sábado letivo na Escola Cristo Redentor promoveu o diálogo e o fortalecimento da rede de proteção às crianças e adolescentes.
O Coronel Janderson, trouxe reflexões fundamentais sobre prevenção, cuidado e o compromisso coletivo no combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes.
Conscientização -A programação também percorreu por Capanema, nas escolas estaduais Maria Mirtes e Padre Sales, além dos municípios de Castanhal, Cametá, Santa Izabel e Marabá.
A coronel Elis Ramos, coordenadora do programa Escola Segura ressalta a importância de temas como esses serem trabalhados e dialogados em sala de aula
“É fundamental conscientizar nossos estudantes sobre a importância da proteção da infância e da adolescência. A escola é um espaço de acolhimento, orientação e informação, onde crianças e jovens aprendem a reconhecer situações de violência e a buscar ajuda. Trabalhar esse tema fortalece a rede de proteção, promove o diálogo com as famílias e contribui para a formação de uma sociedade mais consciente, segura e comprometida com o cuidado das nossas crianças e adolescentes”, disse a coronel