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Uma palavra cotidiana hoje é a “ressocialização”, pois é processo pelo qual o senso de valores sociais, crenças e normas de uma pessoa são reprojetados. As pessoas confundem “humanização” com “ressocialização”. No dicionário, humanização é “ação ou efeito de humanizar ou humanizar-se; tornar-se mais sociável, gentil ou amável”, já ressocialização, “inserção em sociedade; processo de ressocializar, de voltar a pertencer, a fazer parte de uma sociedade: ressocialização de presos ou encarcerados”. No Brasil, fatos que marcaram, chamaram atenção da sociedade, com bastante comoção e foi noticiários até no mundo foram o caso de Suzana Richthofen e o goleiro Bruno, hoje essas pessoas tentam sua ressocialização na sociedade. No caso de Suzana Richthofen, a jovem matou os pais em uma mansão de São Paulo, com a ajuda do namorado e do cunhado, causou indignarão em todo pais, hoje ela tenta ressocialização mesmo que seja na cadeia. Na prisão, a jovem fez o teste do SISU e conseguiu uma vaga na Universidade para o curso de Gestão de Turismo no Instituto Federal de Ciência, Tecnologia e Educação de São Paulo, ela tenta se inserir na sociedade. Já o goleiro Bruno Fernandes das Dores de Souza, conhecido como Goleiro Bruno, foi condenado pelo assassinato de Eliza Samudio e sequestro e cárcere privado de Bruninho, seu filho. Ficou preso 8 anos e 10 messes em regime fechado, e em 2019, foi concedido regime semiaberto. Hoje, Bruno tenta voltar ao futebol, se inserir na sociedade. Conforme “Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade...”. (BRASIL, Constituição 1.988). Será que um “detento”, ou ex-detento, não pode ter sua ressocialização?