
O Governo de São Paulo realizou nesta quinta-feira (2) o Dia D da Operação Mulher Protegida, mobilização voltada ao cumprimento de mandados judiciais relacionados a crimes de violência doméstica e sexual contra mulheres. A mobilização busca reforçar o enfrentamento à violência contra a mulher, garantir o cumprimento de decisões judiciais e ampliar a proteção às vítimas.
Ao longo do dia, foram presos 174 homens, sendo 98 em flagrante e 76 em cumprimento de mandados de prisão. As equipes também registraram 689 pedidos de medidas protetivas para mulheres vítimas de crimes de gênero ou ameaçadas por agressores.
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A ação foi promovida pela Secretaria da Segurança Pública com o apoio da Secretaria de Políticas para a Mulher do Estado de São Paulo e contou com a coordenação das Delegacias de Defesa da Mulher (DDMs), com atuação da Polícia Civil em todo o território paulista. As equipes iniciaram as diligências a partir das 6h, com a execução de medidas judiciais nas áreas de atuação de cada unidade policial.
A secretária de Políticas para a Mulher, delegada Adriana Liporoni, destacou que a operação reforça a integração entre prevenção, acolhimento e responsabilização dos agressores. “Proteger as mulheres exige uma atuação permanente, integrada e efetiva. A Operação Mulher Protegida mostra que o Estado de São Paulo está mobilizado para garantir que as medidas judiciais sejam cumpridas e que as vítimas tenham o direito de viver com segurança. Cada mandado cumprido representa uma resposta concreta do poder público para interromper ciclos de violência”, afirmou a secretária.
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O secretário executivo da Segurança Pública, coronel Henguel Ricardo Pereira, destacou a prioridade dada pelo governo ao enfrentamento da violência contra a mulher. “Não há espaço para a impunidade. As forças de segurança trabalham diariamente para localizar e prender autores de crimes contra as mulheres, garantindo o cumprimento das decisões da Justiça e ampliando a proteção às vítimas”.
Para a delegada Cristiane Braga, coordenadora das Delegacias de Defesa da Mulher, o cumprimento dos mandados representa uma etapa fundamental da proteção às mulheres. “Quando a medida judicial é efetivamente executada, o Estado interrompe o ciclo da violência, responsabiliza o agressor e oferece mais segurança para que a vítima possa seguir com o acompanhamento da rede de proteção”, disse.
A Operação Mulher Protegida integra o conjunto de ações permanentes do Governo de São Paulo para fortalecer a rede de proteção ao público feminino, qualificar a atuação dos órgãos públicos e ampliar a responsabilização de agressores em todo o território paulista.
O SP Por Todas é um movimento do Governo do Estado de São Paulo voltado à ampliação da visibilidade das políticas públicas para mulheres e ao fortalecimento da rede de proteção, acolhimento e autonomia. A iniciativa reúne ações estruturantes da gestão, como o aplicativo SP Mulher Segura, que conecta as vítimas diretamente às forças policiais, e a expansão das Delegacias de Defesa da Mulher com atendimento 24 horas. Mais informações estão disponíveis em www.spportodas.sp.gov.br .