Terça, 28 de Julho de 2026
14°C 26°C
São Paulo, SP

Adiamento de comunidades no WhatsApp é decisão global, diz ministro

Adiamento de comunidades no WhatsApp é decisão global, diz ministro

Sidney Feitosa
Por: Sidney Feitosa
28/04/2022 às 01h36 Atualizada em 28/04/2022 às 04h36
Adiamento de comunidades no WhatsApp é decisão global, diz ministro
Foto: Divulgação/Google

Fábio Faria e Bolsonaro reuniram-se com representantes do aplicativo

Foto: Divulgação/Google

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, disse nesta quarta-feira (27) que a decisão do WhatsApp, de adiar, para depois das eleições, a criação de “comunidades” e outras mudanças no aplicativo de mensagens não sofreu interferência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Nesta quarta-feira, o presidente Jair Bolsonaro e o ministro reuniram-se com representantes do WhatsApp e da Meta (nome corporativo do Facebook). A reunião foi agendada com o objetivo de elucidar dúvidas sobre possível interferência das autoridades eleitorais brasileiras. Após a reunião, em entrevista à imprensa, Faria contou que as mudanças previstas serão globais e não restritas ao Brasil.

No último dia 14, a empresa amunciou a criação das comunidades, que terão mais pessoas do que os grupos de WhatsApp com 256 usuários. Mas a funcionalidade só estará disponível após as eleições.

Também foram anunciadas mudanças nos grupos já existentes. Uma ferramenta de reações, como a do Facebook, será inserida para que pessoas possam se posicionar sobre as mensagens. Administradores poderão apagar mensagens.
Além disso, será possível compartilhar arquivos com até 2 GB e fazer salas de conversa em áudio com até 32 pessoas.

Lixo eletrônico

De acordo com o ministro, os representantes do aplicativo disseram que a restrição do número de integrantes de comunidades evitam lixo eletrônico similar ao observado em e-mails. “Foi uma decisão global porque eles não querem que o WhatsApp fique como o e-mail, com muitas mensagens que vão para o lixo eletrônico”, disse o ministro.

“Saiu na imprensa que o TSE teria pedido para o WhatsApp não iniciar algumas operações no Brasil antes da eleição. Eles deixaram claro que isso não ocorreu e que as decisões tomadas foram da empresa. É uma decisão do mercado. Então, não tem por que, nem como o Poder Executivo interferir. Somos um governo liberal, a favor do livre mercado”, acrescentou.

Ainda segundo Faria, os representantes explicaram que a decisão por diminui, em caráter global, o reencaminhamento de mensagens tem por objetivo evitar mensagens indesejadas. “Então, nada tem a ver com eleição”, completou.

Fonte: Agência Brasil

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
São Paulo, SP
24°
Tempo limpo
Mín. 14° Máx. 26°
24° Sensação
2.24 km/h Vento
57% Umidade
0% (0mm) Chance chuva
06h43 Nascer do sol
17h42 Pôr do sol
Quarta
31° 14°
Quinta
24° 17°
Sexta
27° 17°
Sábado
30° 17°
Domingo
29° 19°
Economia
Dólar
R$ 5,13 +0,30%
Euro
R$ 5,84 +0,39%
Peso Argentino
R$ 0,00 +0,00%
Bitcoin
R$ 346,356,40 -1,65%
Ibovespa
176,564,75 pts 0.7%
Enquete
Nenhuma enquete cadastrada
Lenium - Criar site de notícias