
Exonerado sofre perseguição e assédio moral. Demitido sem explicação!

A gestão do atual prefeito da cidade de Irará/Ba, Derivaldo Pinto (PT), dão conta que as "birras" políticas vão além da campanha política. Um professor que lecionava na Escola Municipal São Judas Tadeu, foi exonerado por não ter votado no atual gestor nas eleições de 2020. Além do absurdo deste ato, os alunos estão sem aula e não tem professor para que possa ministrar a aula.
Segundo informações que chegaram ao Irará Livre, o professor foi demitido sem explicações claras, que o profissional mantinha boas relações com colegas e os estudantes estavam gostando da forma que ele lecionava.
Ainda segundo informações preliminares, uma pessoa que é dirigente na APLB e chefe da merenda escolar, que se diz defensora dos trabalhadores foi até ao prefeito Derivaldo Pinto (PT) e exigiu que demitisse o professor de português e que colocasse uma pessoa de fora mas não quem votou contra, mesmo que seja da cidade.
O professor de língua portuguesa, que deseja que seu nome não seja divulgado, tem medo de ser alvo novamente de perseguição e de assédio moral, onde quem não apoiou os candidatos a eleição e seus seguidores estão sujeitos ao ‘fantasma das eleições’. Isso um tipo de assédio moral praticado após as eleições, onde a instituição olha para os opositores com grandes lentes, em busca de algo para punir.
Lecionar na cidade de Irará, ou qualquer outra atividade de trabalho, está muito difícil, pois as pessoas passam por retaliações, pressões que acontecem pela via institucional burocrática e arcaica da atual gestão.
O Irará Livre repudiam o ocorrido na cidade de Irará com o professor. Todos tem o direito de exercer a democracia, de escolher seus candidatos. O que não pode é o atual prefeito Derivaldo Pinto (PT) se valer do cargo e exonerar um profissional qualificado para exercer um cargo só porque não votou nele.
Imagine se isso acontecesse na gestão passada, do então prefeito Juscelino Souza? Pelo que o Irará Livre apurou, as pessoas que teve sua qualificação, capacidade de ministrar exerceu sua atividade educacional. Não houve perseguição política.
O que não pode se esquecer, que todos são iraraenses e que será mais uma família que não terá sua renda e ficara sem condições de manter seu sustento, por conta de uma conduta "infantil", perseguidora do atual prefeito.
Que possamos ter um Irará Livre, livre de toda a perseguição política e de toda a opressão!
#IraráLivre