
"Não sabemos mais o que fazer...", “Estamos desesperados pelo que vem acontecendo nas escolas...” Esses são desabafos de mãe de um estudante de uma Escola Municipal da zona rural da cidade de Irará no interior da Bahia, cidade que fica 138km da capital Salvador. Várias mensagens chegaram recentemente cobrando mais compromisso e um posicionamento do gestor Municipal, Derivaldo Pinto (PT), com relação as medidas a serem adotadas com relação a uma maior segurança nas escolas municipais. Segundo as denúncias feitas através do WhatsApp do Irará Livre (75) 98144-6463, nem a direção das escolas municipais, nem a Secretária de Educação e tão pouco o poder executivo se pronunciaram com relação as medidas a serem adotadas para dá uma maior segurança nas escolas municipais e para os alunos.
Uma educação é essencial para o desenvolvimento intelectual das pessoas, além de ser um direito garantido pela Constituição Federal. Mas, com a "onda" de ataques recentes em escolas no Brasil, centenas de pais e estudantes estão aflitos com os ataques recentes nas escolas.
Sensação de medo! Pais e estudantes estão atordoados com a monstruosa, brutal, sinistro e absurdo o estado de medo que se encontram ao ir para o ambiente escolar. Um local que seria de "segurança", aprendizado veem se tornando cada dia uma situação de impotência… Novamente as palavras são insuficientes.
Desde a volta ao ensino presencial, suspenso por conta da pandemia da covid-19, as escolas municipais de Irará vem sendo marcado por um comportamento exacerbado, com um nível de agressividade, brigas entre alunos, de alunos com professores - vice e versa e crise de ansiedade. O que se sabe, é que até o momento nenhuma atitude com relação a essa mudança de comportando no âmbito escolar foi tomada pela Secretaria de Educação e nem pelo gestor municipal.
Recuperar o conteúdo perdido ao longo desses dois anos deveria ser a priori, mas a ordem da vez é o acolhimento, que na prática também não esta acontecendo.
Mas, de modo geral, não aconteceu e a ânsia pelo avanço na aquisição de conteúdos predominou. A urgência de pensar sobre e fazer acolhimento de estudantes e de toda a comunidade escolar foi arrefecendo. Este último superou nossos piores pesadelos, espalhou um choque que transcendeu as fronteiras brasileiras e lançou-nos a um patamar ainda superior de urgência em implementar soluções para os ataques em escolas, ou ao menos tentar!
"Não tive coragem de mandar minhas filhas para escola. Essa onda de ataques me deixou tensa e apreensiva. Só que até o momento o prefeito Derivaldo não se pronunciou ainda sobre quais as medidas seriam adotadas para combater essa onda de terrorismo e insegurança nas escolas", desabafa Sr Matilde, mãe de alunas de uma escola municipal.
"A gente deixa eles na escola achando que estão seguros, mas não estão porque, cada vez mais, aumentam os casos de violência." comenta outra mãe de estudante.
“A escola que meu filho estuda não tem porteiro e pior segurança. Total desgoverno”, desabafa outra mãe.
Quais as medidas serão adotadas nas escolas municipais para que a sensação de segurança seja adotada e que os alunos possam frequentar as salas de aula? Essa é a pergunta que muitos paes de alunos estão querendo saber com relação ao gestor Municipal Derivaldo Pinto, que até o momento se conteve em ignorar a situação de pânico que tomou conta.
O abandono, a desigualdade, o esquecimento imperam em Irará, mas até quando a população irá suportar uma mau administração?
Será que o atual prefeito, Derivaldo Pinto (PT), sabe qual é a importância da qualidade na educação?
O WhatsApp do Irará livre também recebe reclamações através do número (75) 98144-6463
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