O Parangolé colocou o público para "meter dança" ao delírio com uma apresentação que misturou a essência da banda aos sucessos do momento, na noite deste domingo, 31 de dezembro, no Festival Virada Salvador. Com Lincoln Senna no comando, o show celebrou quase 30 anos de história e trouxe surpresas que fizeram a nação parangoleira curtir e relembrar.
A noite foi marcada pelo lançamento da inédita O Swing Tem Nome, que mobilizou o público em um coro vibrante, acompanhado por um espetáculo de fogos de artifício. Hits como Sol, Verão, Relaxa, com milhões de visualizações no YouTube, colocaram todos para dançar, enquanto coreografias marcantes dominaram a Arena O Canto da Cidade.
“São quase 30 anos de história, um legado pra ser eternizado”, destacou Lincoln antes de puxar clássicos do Parangolé, como Bota Pagodão e Te Quero Toda. O vocalista também homenageou amigos do pagode baiano, como Tony Salles, Xanddy, Igor Kannário e Bruno Magnata, reforçando a conexão entre os ícones do gênero.
Em uma sequência de pura emoção, o grupo trouxe Tarde Demais, do Raça Negra, mostrando que o Parango também sabe falar de amor.
Já chegando aos hits mais atuais, Lincoln
convidou o backing vocal da banda, Sam, para brilhar, com faixas como Naipe Macarena e Os Cachorrões, da banda Lá Fúria.
“Dia 31 de dezembro é simbólico, final de um ciclo, início de outro. Não poderia ser mais perfeito do que iniciar esse ciclo num palco tão plural e potente. Celebramos os sucessos que estão nas playlists e nos paredões, além de homenagear amigos do pagode baiano,” refletiu Lincoln sobre a apresentação.
O Festival Virada Salvador reafirmou o lema “O novo Parango de sempre”, com uma performance repleta de swingueira, nostalgia e emoção para fechar 2024 com chave tudo.
A banda agora segue pra Porto Seguro, onde se apresenta no 1° dia de 2025, e, ainda nesta semana, vai a show em Seabra, se preparando para um janeiro enérgico.
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