
Foto: Divulgação[/caption] Nesta quarta-feira, 17, começa o pagamento do Auxílio Brasil. Este benefício substituiu o Bolsa Família, e muitas pessoas em todo o Brasil tem dúvidas do pagamento do "novo Bolsa família" ocasionando filas enormes na Caixa Econômica Federal nos Centros de Referência da Assistência Social (Cras), atrás de informações deste novo programa. O valor médio será de R$ 224 por família, conforme informações do Ministério da Cidadania.
O Auxílio Brasil será pagos para os beneficiários que recebiam o Bolsa Família e também quem tem o número social (NIS) com o final "1". O benefício busca atender famílias em situação de pobreza e extrema pobreza. O benefício foi anunciado oficialmente pelo governo em 20 de outubro, e os valores divulgados em 8 de novembro por meio do decreto 10.852.
Segundo informações do Governo Federal, o Auxílio Brasil, dispôs de diferentes políticas públicas de assistência social, saúde, educação e emprego e renda. O programa terá nove diferentes modalidades de beneficiários.
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Fila para agência da Caixa de Casa Amarela, na Zona Norte do Recife, segue pela Rua Sempre Viva às 8h desta quarta-feira (17) — Foto: Suzana Souza/g1[/caption] Assim como era o Bolsa Família, o calendário de pagamentos para os messes de novembro e dezembro é conforme com o número de Identificação Social (NIS). Observe a programação de pagamento:
Calendário Auxílio Brasil – novembro
O Ministério da Cidadania, informou que a princípio o Auxílio Brasil terá um acréscimo de 20% nos valos que foram pagos pelo Bolsa Família. Por exemplo, quem recebem R$ 200,00, passariam a receber R$ 240,00. Segundo a pasta do governo, o valor médio de pagamento no mês de novembro é de R$ 217,18. Conforme informações do governo, prevê um pagamento mínimo de R$ 400,00 para as famílias em situação de pobreza e extrema pobreza.
Segundo o ministério da Cidadania, a situação de pobreza e extrema pobreza que já são contemplados do Bolsa Família ou do Cadastro Único, que agora passara para o Auxílio Brasil, pode chegar a 16,9 milhões de famílias brasileiras, chegando a ser um número maior que o antigo programas social. Ainda segundo a pasta, 23 milhões de famílias ficarão desassistidas por algum programa social, já que como foi encerrado em outubro, o auxílio emergencial, assistiram a 40 milhões de beneficiários e não impreterivelmente cumprem os requisitos para se inscrever no Cadastro Único.