
Prevenção é o combate mais eficaz

Setembro é reconhecido mundialmente como o mês de prevenção e combate ao suicídio.
Mas a verdade é que o tema ainda é um tabu, e isso torna o desafio ainda maior; por que, como combater e prevenir uma ação cujo tema não se sente confortável para falar?
Por volta de 800 mil pessoas cometem suicídio todo ano, só no Brasil 11 mil casos são registrados.
Segundo a (OMS) Organização Mundial de saúde, 1 a cada cem mortes acontece por suicídio.
O suicídio é a quarta principal de morte de jovens de faixa etária entre 15 A 29 anos, depois de acidentes de trânsito, tuberculose e violência interpessoal.
As taxas são variáveis entre países, regiões e sexo.
O número maior de mortes por suicídio é de homens, ( 12,6 por cada 100 mil homens, e 5,4 por cada 100 mil mulheres). Em países de renda alta as taxas de homens que morre por suicídio é maior,(16,5 por 100 mil), Em mulheres, as taxas de morte por suicídio mais altas são registradas em países de baixa média renda, (7,1 por 100 mil).
Não podemos ignorar os números, as vidas, agora mais do que nunca precisamos estar atentos, depois de meses convivendo com uma pandemia por COVID19, submetidos a fatores que acarretam grande desequilíbrio e estresse emocional como perda de emprego, isolamento social, precisamos nos fazer mais presentes.
Em grande maioria das vezes a tentativas de suicídio estão ligadas a sofrimento profundo desencadeadores depressivo, problemas psiquiátricos, abuso, e financeiro.
Quando passamos a entender a importância de se estar bem emocionalmente, conseguimos identificar nossas emoções, quando representam um estado de ânimo passageiro ou algo que não passa, e ter clareza da hora de pedir ajuda.
A prevenção e o combate ao suicídio é responsabilidade de todos, o suicídio pode ser evitado, com medidas de restrição ao acesso para os meio de suicídio, como armas de fogo, acesso a pesticidas, identificação precoce, atenção as mudanças de comportamento, a perda é muito grande, o preço é uma vida, e esse preço é alto demais.
Sinais de Alerta do suicídio.
Sinais de alerta verbais ou comportamentais, como falar sobre desejo de morte, sentir grande culpa ou vergonha ou sentir um fardo pelos outros.
Sentimento de vazio, desesperança, de estar preso ou sem razão para viver, sentir-se triste, ansioso, agitado ou com muita raiva, ou com uma dor insuportável seja física ou emocional.
Mudanças de comportamento como fazer planos ou pesquisas de maneiras para tirar a própria vida, afastar-se dos amigos, e familiares, despedir-se, distribuir itens importantes, fazer coisas arriscadas, apresentar mudanças de humor, comer ou dormir muito ou pouco.
UMA CONVERSA, UM ABRAÇO, UM "EU ESTOU AQUI", QUEM SABE UM "EU TE AMO", PODE SALVAR UMA VIDA.