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Dia Internacional do Orgulho Gay - LGBTQIA+

Dia Internacional do Orgulho Gay - LGBTQIA+

Sidney Feitosa
Por: Sidney Feitosa
28/06/2021 às 08h41 Atualizada em 28/06/2021 às 11h41
Dia Internacional do Orgulho Gay - LGBTQIA+
Foto: Divulgação
 

O gênero não é terminado biologicamente, mas é construído socialmente

[caption id="attachment_4236" align="aligncenter" width="460"] Foto: Divulgação[/caption]  

Nesta segunda-feira (28) é comemorado o Dia Internacional do Orgulho Gay (LGBT). Esta data é comemorado por alusão a um episódio que ficou famoso como Stonewall Inn, que remete a um bar visitado por grupos de comunidade lésbicas, gay, bissexual, transexual e travesti na cidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos, onde na noite do dia 28 de junho de 1969, a polícia prendeu os frequentadores do bar e com isso ocorreram vários dias de protestos pela cidade norte-americana.

Desde meados dos anos 1990, que a sigla "LGBT" tem tido alterações, sendo a última para para a sigla "LGBTQIA+" que cognomina as pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais ou Transgênicos. A finalidade é impulsionar a diversidade em questões de identidade e de gênero, pois normalmente se refere a qualquer pessoa que não se identifique como heterossexual ou cisgênero.

Apesar das lutas, das informações diárias nas redes sociais, o preconceito é uma veracidade não só no Brasil, mas mundialmente. A luta é por uma maior importância, liberdade e igualdade de direitos da classe LGBTQIA+, que as pessoas respeitem  o ser humano, sua liberdade e seus direitos, independente da orientação sexual uma da outra.

No Brasil por exemplo, há muito preconceito contra os homossexuais,  sendo o país  que mais tem mortes por homofobia. Segundo a resolução 175, de 14 de maio de 2013, do Conselho Nacional de Justiça, CNJ, que garante no Brasil o casamento homoafetivo em todo pais, muitas barreiras ainda precisam serem quebradas para que as pessoas aceitam umas as outras sem descriminação de gênero.

O Brasil tem maior taxa de violência homossexual no mundo, segundo fontes, a cada 28 horas uma pessoa homossexual, gay, lésbica ou transexual é morta de forma violenta. É uma realidade que se precisa mudar, faltam políticas públicas de conscientização, ações afirmativas e que a sociedade reconheça os direito humanos das pessoas LBTQIA+.

A identidade de gênero se refere a quem se identifica, seja com homem, uma mulher ou uma pessoa não-binaria. O gênero não é determinado biologicamente, mas é construído socialmente.

É preciso que as pessoas tenham empatia umas com as outras, que não  tenha preconceito e que saibam respeitar a “escolha de gênero” de cada um. Todos são serem humanos, independentemente de suas orientações sexuais, e vale ressaltar que no Brasil, inclusive, a Homofobia passou a ser crime.

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