
O gênero não é terminado biologicamente, mas é construído socialmente
[caption id="attachment_4236" align="aligncenter" width="460"]
Foto: Divulgação[/caption] Nesta segunda-feira (28) é comemorado o Dia Internacional do Orgulho Gay (LGBT). Esta data é comemorado por alusão a um episódio que ficou famoso como Stonewall Inn, que remete a um bar visitado por grupos de comunidade lésbicas, gay, bissexual, transexual e travesti na cidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos, onde na noite do dia 28 de junho de 1969, a polícia prendeu os frequentadores do bar e com isso ocorreram vários dias de protestos pela cidade norte-americana.
Desde meados dos anos 1990, que a sigla "LGBT" tem tido alterações, sendo a última para para a sigla "LGBTQIA+" que cognomina as pessoas Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais ou Transgênicos. A finalidade é impulsionar a diversidade em questões de identidade e de gênero, pois normalmente se refere a qualquer pessoa que não se identifique como heterossexual ou cisgênero.
Apesar das lutas, das informações diárias nas redes sociais, o preconceito é uma veracidade não só no Brasil, mas mundialmente. A luta é por uma maior importância, liberdade e igualdade de direitos da classe LGBTQIA+, que as pessoas respeitem o ser humano, sua liberdade e seus direitos, independente da orientação sexual uma da outra.
No Brasil por exemplo, há muito preconceito contra os homossexuais, sendo o país que mais tem mortes por homofobia. Segundo a resolução 175, de 14 de maio de 2013, do Conselho Nacional de Justiça, CNJ, que garante no Brasil o casamento homoafetivo em todo pais, muitas barreiras ainda precisam serem quebradas para que as pessoas aceitam umas as outras sem descriminação de gênero.
O Brasil tem maior taxa de violência homossexual no mundo, segundo fontes, a cada 28 horas uma pessoa homossexual, gay, lésbica ou transexual é morta de forma violenta. É uma realidade que se precisa mudar, faltam políticas públicas de conscientização, ações afirmativas e que a sociedade reconheça os direito humanos das pessoas LBTQIA+.
A identidade de gênero se refere a quem se identifica, seja com homem, uma mulher ou uma pessoa não-binaria. O gênero não é determinado biologicamente, mas é construído socialmente.
É preciso que as pessoas tenham empatia umas com as outras, que não tenha preconceito e que saibam respeitar a “escolha de gênero” de cada um. Todos são serem humanos, independentemente de suas orientações sexuais, e vale ressaltar que no Brasil, inclusive, a Homofobia passou a ser crime.