
O preço dos combustíveis ao consumidor final não se mantém e essa realidade repercute na qualidade de vida da população.
A disparada dos preços da gasolina, álcool, óleo diesel e gás de cozinha é uma realidade que o povo brasileiro tem percebido com frequência. Os aumentos dos combustíveis não deram pausa para o consumidor brasileiro nesse ano. Para se ter uma noção, desde o início do ano até maio os preços aumentaram mais de 20% e com isso os produtos de supermercados também aumentaram.
Já a inflação também está sendo levada para o alto, dia-a-dia, nessa circunstância. A mobilidade dos automóveis em geral - notadamente os que mais dependem dos combustíveis - é a de maior variação em 2021. Passa de 5,83%, de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) de maio. Os outros grupos de consumo também são castigados e comprovam isso ao resultar num IPCA que acumula, em 12 meses, o índice de 8,06%.
Um aumento puxa o outro, é o que se percebe entre empresários e especialistas sobre a elevação dos preços. Da indústria, passando pela distribuidora, até à loja ou à casa do cliente, o povo precisa de um meio de transporte - geralmente rodoviário - cujo combustível é gasolina ou diesel, conclusão: o aumento repercute em vários níveis da população.
O povo em geral sente os acúmulos desses aumentos, que ficam mais pesados ao passar do tempo, principalmente, quando vai ao supermercado. É lá que muitos conseguem ver o quanto tudo está mais caro; em Vitória capital do Espírito Santo, por exemplo, o preço da carne só no mês de abril aumentou 4,57%, do leite 2,69%.
Para o povo brasileiro vale acreditar que dias melhores virão e continuar a luta, seguindo em frente; sabendo que é preciso que as autoridades trabalhem com a economia e encontrem um equilíbrio, um caminho para o crescimento financeiro da população em geral, que precisa viver com uma melhor qualidade de vida.