
Taxa de desemprego fica em 14,4% no trimestre até fevereiro, afirma IBGE
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Foto: Marcos Santos / USP Imagens / CP[/caption] Neste sábado dia 1º de maio é comemorado o Dia do Trabalhador, muita gente não tem nada o que comemorar. O Brasil passa por uma grande recessão e o número de empresas que fecharam as portas só aumentam a cada dia,e consequentemente várias pessoas ficaram desempregadas. Nesta data também é homenageada a luta dos trabalhadores que reivindicaram por melhores condições trabalhistas. Mas o momento atual é o inverso, a luta é por uma recolocação no mercado de trabalho. Os números são assustadores e batem recordes de desempregados no Brasil. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os dados foram divulgados nesta sexta-feira (30). As taxas de desemprego ficaram em 14,4% no trimestre móvel terminado em fevereiro Os dados são da Pnad Contínua(Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua). Essas novas informações do índice de desemprego, representa um aumento de 2,9% (400 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior, fechado em novembro, quando neste período a desocupação atingia 14,4 milhões de brasileiros. Se comparado ao período de novembro e janeiro, Uns dos grandes fatores do desemprego, além da recessão por conta da pandemia do Coronavírus, que impactou diretamente todos os âmbitos da sociedade,foi também a redução dos investimentos em vários setores, que levaram as indústrias a fabricar menos e reduzir o quadro de funcionários. E como resultado, as pessoas diminuíram o consumo, ocasionando o encolhimento na economia do país. A crise econômica é uma das principais causas que levam os trabalhadores ao desemprego. Pois, quando a economia não vai bem, as empresas não tem como manter suas portas abertas e pagarem seus funcionários. Diante da recessão, a crise econômica pode ocasionar o fechamento de portas desencadeando as demissões. Outro fator que podemos destacar é a Crise Política. Ela traz efeitos trágicos para o país, e com isso o desemprego, pois a crise causa uma instabilidade na economia. Um exemplo direto, são as tomadas de decisões políticas que afetam diretamente vários investidores que deixam de injetar dinheiro no país. A exigência de profissionais qualificados no mercado de trabalho também afeta diretamente as vagas no ambiente de trabalho. Se antigamente a exigência era ter o ensino médio para ocupar uma vaga no mercado, hoje tudo mudou, a graduação tornou-se um diferencial e os cursos de especialização vem sendo solicitados pelas organizações. Um ponto a se destacar também é a tomada de decisão de redução de custos que as empresas vem adotando e com isso ocasiona diretamente no desemprego. As organizações com a recessão estão a cada dia tendo que reduzir as suas atividades para manter as portas abertas. E um fator que está atrelado ao desemprego também é a Substituição de mão de obra, com a industrialização e modernização dos equipamentos, a mão de obra está cada dia ficando de lado e as organizações estão utilizando as "máquinas" em suas operações. E alguns programas de computador e equipamentos tecnológicos que são muitas vezes mais vantajosos para as empresas. O que se percebe também, é o aumento expressivo do desânimo dos brasileiros que estão desistindo de procurar emprego e caminharem para o mercado informal. Isso também por conta da economia que está passando por um período de crise, desestimulando várias pessoas em busca de uma colocação no mercado, isso também influencia para que a taxa de desemprego continue em alta. A economia fragilizada atinge diretamente os chefes de família, que buscam novas oportunidades de trabalho para no mínimo prover o alimento as suas famílias. O dia pode ser do Trabalhador, mas as dificuldades da população brasileira são enormes, no entanto levar em consideração as nossas conquistas ainda é de grande relevância.